O vice-governador do Amazonas, Serafim Corrêa, destacou, nesta quarta-feira (12/08), a importância estratégica do Linhão de Tucuruí para a integração energética da Amazônia e para a atração de novos investimentos na região. A declaração foi feita durante a 34ª Reunião Ordinária virtual do Conselho Deliberativo da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Condel/Sudam).
Durante a reunião, Serafim ressaltou que a infraestrutura de transmissão tem papel fundamental no aproveitamento das reservas de gás natural existentes no interior do Amazonas, especialmente na região de Silves e Itapiranga, onde está localizado o Campo de Azulão.
“O Linhão de Tucuruí é uma obra estruturante da Amazônia, talvez a mais relevante dos últimos dez anos. Ele passa pela região do Campo de Azulão, onde foi feito um investimento de R$ 7,3 bilhões para implantação de uma usina de geração de energia elétrica a partir do gás”, afirmou.
Segundo o vice-governador, a energia produzida a partir do gás natural extraído na região é integrada ao sistema de transmissão Tucuruí–Manaus–Boa Vista, contribuindo para o abastecimento energético e ampliando a capacidade de geração do Amazonas.
Serafim destacou ainda que, com o início da operação da Unidade Geradora 1 (UG1) da Usina Termelétrica Azulão (UTE) I, o Amazonas passou a produzir excedente de energia para o Sistema Interligado Nacional. “Estão sendo produzidos e exportados mais de 300 megawatts, que já é uma quantidade significativa. Aquela região é muito promissora para novos investimentos”, disse.
O vice-governador acrescentou que novos poços já foram identificados e que há perspectiva de novos investimentos voltados à exploração de gás natural e à produção de energia elétrica na região. Para ele, a expansão dessa atividade demonstra o impacto de obras estruturantes na criação de novas oportunidades econômicas no interior do estado.
Campo de Azulão
Em maio deste ano, o vice-governador Serafim Corrêa visitou as instalações do Campo de Azulão, no município de Silves (a 204 quilômetros de Manaus), e conheceu de perto as estruturas do espaço e toda a capacidade de gerar energia elétrica suficiente para abastecer 3,7 milhões de residências.
Fotos: Bruno Leão/ Vice-Governadoria










