TRT11 e Instituto Soka planejam acordo de cooperação para 2022

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O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região – Amazonas e Roraima (TRT-11) estuda a formalização de acordo de cooperação técnica com o Instituto Soka da Amazônia para o desenvolvimento de projetos visando a conscientização ambiental de magistrados e servidores por meio de atividades educacionais, de capacitação de recursos humanos e plantio de mudas. “O acordo deve ser firmado em 2022”, diz a presidente do TRT-11, desembargadora Ormy da Conceição Dias Bentes, completando que a questão ambiental está dentro do planejamento do segundo ano de sua administração a frente da corte trabalhista. A presidente reconhece o trabalho do instituto e promete o apoio necessário para o bom andamento do projeto.

Os servidores Paula Sauer Diehl e Vicente Tino, membros da Comissão Permanente de Gestão Socioambiental do TRT-11, se reuniram recentemente com a diretoria do Instituto Soka da Amazônia. O diretor presidente, Akira Sato, apresentou o portfólio de atividades desenvolvidas pelo Instituto, que têm base em três frentes: educação ambiental, banco de sementes naturais e pesquisa científica. Essas frentes estão alinhadas aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU). Além do banco de sementes, as iniciativas abarcam também outros segmentos como o plantio de mudas nativas da floresta amazônica, que auxiliam na adaptação e mitigação climática, programas de educação ambiental, manuseio de espécies, até o desenvolvimento de pesquisas científicas e apoio a pesquisadores e promoção de palestras e seminários.

O Instituto Soka da Amazônia nasceu em 2014 com a missão de gerenciar a Reserva Particular do Patrimônio Natural Dr. Daisaku Ikeda. São 52 hectares às margens do “Encontro das Águas”, um dos mais belos cartões postais de Manaus, onde os rios Negro e Solimões se encontram e dão início ao rio Amazonas. A área, localizada no polo industrial da cidade, sofre as consequências negativas ambientais da expansão das grandes indústrias, o que torna a área do Instituto Soka da Amazônia um refúgio para a fauna e para a flora.

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