Ricardo Nicolau cobra modernização dos centros cirúrgicos de hospitais públicos do Amazonas: “Com tecnologia é possível fazer três vezes mais cirurgias”

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O parlamentar disse que falta eficiência e que todo o sistema de saúde no estado está desorganizado.

O deputado estadual Ricardo Nicolau (Solidariedade) disse que os centros cirúrgicos dos hospitais públicos do Amazonas precisam de modernização. O parlamentar cobrou que o governo do estado use a tecnologia para reduzir a fila de pacientes que chegam esperar um ano por cirurgias.

“A maioria das cirurgias feitas no Amazonas é com a técnica convencional.O paciente que retira a vesícula por esse método leva três dias para receber alta. Na cirurgia por vídeo, usando essa tecnologia, o tempo de internação cai para 24 horas. Isso mostra que é possível fazer três vezes mais cirurgias tornando todo o processo mais eficiente”, afirma.

Só no ano passado, os recursos destinados para a Secretaria de Estado da Saúde (SES-AM), policlínicas, SPAs e hospitais estaduais somaram mais de R$ 3,1 bilhões e, mesmo assim, há problemas graves na saúde do Amazonas. O parlamentar, que é vice-presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), afirmou que toda a estrutura da saúde pública está desorganizada e criticou a falta de gestão do governo.

“A saúde no Amazonas ainda é um caos, infelizmente. Na pandemia, faltou remédios e até oxigênio. Há uma fila enorme para exames e consultas através do Sisreg (Sistema Nacional de Regulação). O Hospital 28 de Agosto atende urgências cardiológicas, mas não tem um equipamento de hemodinâmica. O hospital João Lúcio não tem o aparelho de ressonância para atender os pacientes. Então, é preciso mudar conceitos e tecnologias para elevar a produtividade das unidades de saúde”, destaca o deputado.

Exemplo de má gestão

Ricardo Nicolau elencou o hospital Delphina Aziz, na zona norte de Manaus, como um dos maiores exemplos de má gestão da saúde pública praticada pelo atual governo. “É o hospital que mais consome recursos, com quase R$ 300 milhões por ano, e, infelizmente, produz pouco. A unidade é subutilizada. Há mais de dois anos, o pronto-socorro está fechado e o centro cirúrgico também passou muito tempo fechado”, ressalta.


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